Uma boa arma (que dispara feixe de microondas) para lidar com certos indivíduos de certas... ditas "claques".
sábado, 17 de janeiro de 2015
Arma - Feixe microondas
Shotguns, balas de borracha, bastão, granadas de gás, de fumo, capacetes... Coisas do passado.
https://m.youtube.com/watch?v=A2V8BoJAB38
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Ilustres da Ignorancia
Ilustres da Ignorancia
Num programa televisivo, o bastonário da Ordem dos Advogados insurgiu-se contra os polícias, chamando- os de assassinos. Reagia assim, com o toque do ridículo que lhe é conhecido, à morte de um cidadão, que muito lamentamos, que terá sido atingido pelo retrovisor do carro-patrulha.
Opinião semelhante foi a de um jornalista deste jornal que insultou de forma inqualificável os dois polícias, porque tiveram a infelicidade de estar a cumprir o seu dever à hora e local errado. Não se preocuparam em perceber se o atropelamento foi da responsabilidade do condutor ou se, qualquer que fosse o condutor, o desfecho seria o mesmo. Não. É mais popular culpar polícias, nem que para isso se desça ao nível mais baixo da hipocrisia.
Saberão a quantidade de cidadãos que já foram ajudados pelo trabalho destes polícias ou quantos criminosos já detiveram, sempre com a vida em risco? Para estes ilustres isso não interessa porque o objetivo é outro, o de destruir. São estes ilustres que, com a capa de moralistas, têm destruído a credibilidade das instituições. A estes recomendamos, para o bem de todos, que tenham juízo.
Num programa televisivo, o bastonário da Ordem dos Advogados insurgiu-se contra os polícias, chamando- os de assassinos. Reagia assim, com o toque do ridículo que lhe é conhecido, à morte de um cidadão, que muito lamentamos, que terá sido atingido pelo retrovisor do carro-patrulha.
Opinião semelhante foi a de um jornalista deste jornal que insultou de forma inqualificável os dois polícias, porque tiveram a infelicidade de estar a cumprir o seu dever à hora e local errado. Não se preocuparam em perceber se o atropelamento foi da responsabilidade do condutor ou se, qualquer que fosse o condutor, o desfecho seria o mesmo. Não. É mais popular culpar polícias, nem que para isso se desça ao nível mais baixo da hipocrisia.
Saberão a quantidade de cidadãos que já foram ajudados pelo trabalho destes polícias ou quantos criminosos já detiveram, sempre com a vida em risco? Para estes ilustres isso não interessa porque o objetivo é outro, o de destruir. São estes ilustres que, com a capa de moralistas, têm destruído a credibilidade das instituições. A estes recomendamos, para o bem de todos, que tenham juízo.
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
Elogio - Aos serviços prestados pelos polícias, que não foram noticia
Revista Tabu - Jornal SOL (21-12-2012)
O Agente Principal, Paulo Ribeiro, da PSP do Porto (actualmente em funções na PM), com a sua determinação e espírito de missão é um exemplo daquilo que milhares de polícias fazem todos os dias, mas que, por não serem noticia são completamente ignorados. Esta situação demonstra bem o quanto esta profissão é exigente e o quanto desvalorizado está o risco de vida, em prol dos que servimos, a que os polícias estão sujeitos. Este é só um exemplo dos vários que poderia aqui realçar. Ao colega Paulo Ribeiro e a todos aqueles que como ele orgulham todos os polícias e a PSP, as minhas felicitações."Em Março, um veículo pesado desgovernado, no centro do Porto, seguia a toda a velocidade colocando em risco a vida de vários transeuntes. Paulo, com determinação e sem olhar ao risco da sua própria vida, conseguiu alcançar o camião e, num ápice, saltou para dentro da cabina do condutor e conseguiu imobilizar o veículo. Esta é uma situação entre centenas que poderia relatar de actos relevantes que os polícias realizam, todos os anos, no decorrer do seu trabalho."
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
Corpo de Intervenção da PSP
Reportagem Jornal SOL
(Revista Tabu)
29-01-2012
CORPO DE INTERVENÇÃO DA PSP
"À prova de BALA,PEDRA E FOGO"
terça-feira, 20 de novembro de 2012
MISSÃO INGRATA
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/opiniao/paulo-rodrigues/missao-ingrata
"Os que criticam o tempo que a polícia demorou a actuar são os mesmos que criticariam se tivesse actuado de imediato. Importa referir que os polícias estiveram mais de uma hora a levar pedradas e tudo o resto que é visível nas imagens... A situação ideal seria não haver necessidade de uma intervenção policial, mas, num contexto como o verificado, a existir uma, tem sempre consequências difíceis de prever. Não podemos esquecer que quase metade dos feridos são polícias, o que ajuda a ilustrar a violência que estes enfrentaram...""
"Os que criticam o tempo que a polícia demorou a actuar são os mesmos que criticariam se tivesse actuado de imediato. Importa referir que os polícias estiveram mais de uma hora a levar pedradas e tudo o resto que é visível nas imagens... A situação ideal seria não haver necessidade de uma intervenção policial, mas, num contexto como o verificado, a existir uma, tem sempre consequências difíceis de prever. Não podemos esquecer que quase metade dos feridos são polícias, o que ajuda a ilustrar a violência que estes enfrentaram...""
sábado, 2 de junho de 2012
Justiça e transparência
A ASPP/PSP confrontou-se com uma comunicação que, em jeito de resposta, o MAI fez a uma organização internacional sobre o investimento na PSP e na situação socioprofissional, do efectivo com funções policiais.
Nessa resposta, o MAI refere, a título de exemplo de investimento nas remunerações dos Profissionais da PSP, com funções policiais, alguns valores, como, por exemplo 164.231,65 € de prémios de desempenho.
Como é óbvio, o MAI terá de dizer a quem é que foram atribuídos, já que desconhecemos que os profissionais, que tiveram notas máximas nas avaliações e que até contribuíram para o sucesso dos resultados, não os receberam.
Mas este não é o único exemplo, já que nessa resposta diz o MAI que pagou 2.283,34 € em trabalho extraordinário e 10.676,76 € em dias de descanso ou feriado. Não queremos com isto pôr em causa a informação que o Governo deu a essa organização, mas exigimos saber a quem foi atribuída toda esta verba e em que órgão de comunicação interna foram publicadas as referidas atribuições.
Justiça e transparência não podem ficar-se pelas palavras, devem caracterizar-se por actos, algo que, manifestamente, neste caso não foi feito.
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/opiniao/justica-e-transparencia
Nessa resposta, o MAI refere, a título de exemplo de investimento nas remunerações dos Profissionais da PSP, com funções policiais, alguns valores, como, por exemplo 164.231,65 € de prémios de desempenho.
Como é óbvio, o MAI terá de dizer a quem é que foram atribuídos, já que desconhecemos que os profissionais, que tiveram notas máximas nas avaliações e que até contribuíram para o sucesso dos resultados, não os receberam.
Mas este não é o único exemplo, já que nessa resposta diz o MAI que pagou 2.283,34 € em trabalho extraordinário e 10.676,76 € em dias de descanso ou feriado. Não queremos com isto pôr em causa a informação que o Governo deu a essa organização, mas exigimos saber a quem foi atribuída toda esta verba e em que órgão de comunicação interna foram publicadas as referidas atribuições.
Justiça e transparência não podem ficar-se pelas palavras, devem caracterizar-se por actos, algo que, manifestamente, neste caso não foi feito.
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/opiniao/justica-e-transparencia
domingo, 20 de maio de 2012
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