
Que existem diferendos entre os profissionais das várias forças e serviços de segurança, é um facto. Talvez por excesso de brio, por receio de perder o estatuto ou simplesmente pela resistência à mudança, quantas vezes em prejuízo da segurança pública e do cidadão. Apesar de não se compreender, ainda se pode tolerar.
Mas, que existam profissionais que para salvar a sua quintarola coloquem tudo em causa, o trabalho, a imagem e dignidade de outras Instituições ou pessoas, isso já é pura irresponsabilidade.
Em Janeiro do corrente ano, terminava um curso de quase 100 guardas prisionais, no Estabelecimento Prisional de Sta Cruz do Bispo – Matosinhos, onde entre as diversas disciplinas era ministrada uma cujo conteúdo programático tinha por base Estratégia de Negociação com Sequestradores ou Barricados.
O profissional convidado a ministrar essa importante disciplina era, nem mais nem menos, que um profissional da PJ que possui, segundo consta, também ele um curso de negociação.
Mas, mais que ministrar essa disciplina, o profissional referido revelou uma enorme apetência para denegrir a PSP e os seus profissionais, a sua competência e imagem, perante a quase centena de profissionais completamente abstraídas da realidade do funcionamento das forças e serviços de segurança, e nos verdadeiros intentos do (ir)responsavel, acreditando cabalmente na informação que estava a ser transmitida pelo formador.
Desde comentários jocosos, mentirosos e irresponsaveis não faltou nada para pôr em causa todos os profissionais da PSP e o seu trabalho, profissionais estes que quantas vezes arriscam a própria vida, durante meses, na recolha de informações que têm servido para a PJ terminar grandes serviços com pompa e circustância.
Como é evidente, entre os comentários, a autovalorização exacerbada ia tomando forma, convencendo facilmente os alunos que o seguiam com toda a atenção, de estarem perante um excelente profissional da Polícia Judiciária, contrariamente à opinião dos seus colegas de serviço.
Os exemplos de fracos resultados obtidos pela PSP nas negociações eram, segundo ele, devido à burrice e aos camelos dos profissionais da PSP.
Mas o animal em causa foi mais longe quando referiu que a culpa do descrédito das forças de segurança por parte dos cidadãos se devia aos elementos da PSP. Todos nós conhecemos bem o nosso trabalho (sem me referir aos dos outros), as dificuldades e até o esforço para cumprir a missão para o bem da comunidade e isso também é revelador de competência.
A Polícia Judiciária tem durante vários anos trabalhado para credibilizar a Instituição, o que, com o tempo, lhe deu dignidade e estatuto, orientando-se por valores como a Legalidade, Oportunidade, Justiça e Imparcialidade, Proporcionalidade e Integridade, mas não basta ter os valores bem escritos, é necessário sobretudo praticá-los, e não é com estas guerras de oportunismo ou má fé, reveladoras de falta de formação, que a PJ sai a ganhar.
Não tento com tudo isto vincar ainda mais o conflito, bem pelo contrário, mas é importante que os profissionais das diversas forças e serviços de segurança se preocupem em manter o equilibrio das relações institucionais e profissionais, para o bem de todos, inclusivamente daqueles que cada vez mais precisam da nossa atenção: os cidadãos.
E isto também é intregridade, justiça, legalidade e sobretudo responsabilidade.
Mas, que existam profissionais que para salvar a sua quintarola coloquem tudo em causa, o trabalho, a imagem e dignidade de outras Instituições ou pessoas, isso já é pura irresponsabilidade.
Em Janeiro do corrente ano, terminava um curso de quase 100 guardas prisionais, no Estabelecimento Prisional de Sta Cruz do Bispo – Matosinhos, onde entre as diversas disciplinas era ministrada uma cujo conteúdo programático tinha por base Estratégia de Negociação com Sequestradores ou Barricados.
O profissional convidado a ministrar essa importante disciplina era, nem mais nem menos, que um profissional da PJ que possui, segundo consta, também ele um curso de negociação.
Mas, mais que ministrar essa disciplina, o profissional referido revelou uma enorme apetência para denegrir a PSP e os seus profissionais, a sua competência e imagem, perante a quase centena de profissionais completamente abstraídas da realidade do funcionamento das forças e serviços de segurança, e nos verdadeiros intentos do (ir)responsavel, acreditando cabalmente na informação que estava a ser transmitida pelo formador.
Desde comentários jocosos, mentirosos e irresponsaveis não faltou nada para pôr em causa todos os profissionais da PSP e o seu trabalho, profissionais estes que quantas vezes arriscam a própria vida, durante meses, na recolha de informações que têm servido para a PJ terminar grandes serviços com pompa e circustância.
Como é evidente, entre os comentários, a autovalorização exacerbada ia tomando forma, convencendo facilmente os alunos que o seguiam com toda a atenção, de estarem perante um excelente profissional da Polícia Judiciária, contrariamente à opinião dos seus colegas de serviço.
Os exemplos de fracos resultados obtidos pela PSP nas negociações eram, segundo ele, devido à burrice e aos camelos dos profissionais da PSP.
Mas o animal em causa foi mais longe quando referiu que a culpa do descrédito das forças de segurança por parte dos cidadãos se devia aos elementos da PSP. Todos nós conhecemos bem o nosso trabalho (sem me referir aos dos outros), as dificuldades e até o esforço para cumprir a missão para o bem da comunidade e isso também é revelador de competência.
A Polícia Judiciária tem durante vários anos trabalhado para credibilizar a Instituição, o que, com o tempo, lhe deu dignidade e estatuto, orientando-se por valores como a Legalidade, Oportunidade, Justiça e Imparcialidade, Proporcionalidade e Integridade, mas não basta ter os valores bem escritos, é necessário sobretudo praticá-los, e não é com estas guerras de oportunismo ou má fé, reveladoras de falta de formação, que a PJ sai a ganhar.
Não tento com tudo isto vincar ainda mais o conflito, bem pelo contrário, mas é importante que os profissionais das diversas forças e serviços de segurança se preocupem em manter o equilibrio das relações institucionais e profissionais, para o bem de todos, inclusivamente daqueles que cada vez mais precisam da nossa atenção: os cidadãos.
E isto também é intregridade, justiça, legalidade e sobretudo responsabilidade.